sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Conheça a antiga moradia de Antônio de Souza construída em 1925, Borracha, Vicência - PE


A antiga moradia de Antônio de Souza construída no ano de 1925 que fica no povoado Borracha, sendo a última casa da rua da Granja. Só resta agora as ruínas e recordações! Foi relembrada pela sua neta Fatima Brito que reside no Chile.

Veja o vídeo: 

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sexta-feira, 24 de agosto de 2018

A origem do nome do povoado Borracha distrito de Vicência - PE



E foi assim, um vilarejo com poucas casas umas quinze no máximo, segundo os mais velhos que foi crescendo e hoje podemos contar mais de mil casas. E ao todo, mais de cinco mil habitantes.

Três escolas e entre elas; Escola José Rufino, que nos anos noventa já bateu o recorde, era a escola com mais de seiscentos alunos nos turnos manhã, tarde e noite. Na época a diretora era Dona Maria Rita Oliveira. E o primeiro diretor da Jose Rufino foi, seu Antônio. As primeiras professoras e diretoras foram: Lourdes Carreiro, Dona Luíza, Dona Lia, Dona Severina, Dona Dudu e Neuza carneiro. Algumas já faleceram! Continuando: uma creche, correios, associações, igrejas, posto de saúde posto de combustível e muito mais.

Mas vamos voltar ao passado. Segundo os mais velhos esse lugar era chamado de MONTEVIDEO! Isso porquê tinha um engenho aqui perto chamado de Engenho Montevideo, o nome do senhor do engenho era Antônio Sizino. hoje o engenho já acabou, não existe mais nada só os destroços. Até aí tudo bem. E agora a origem do nome (BORRACHA) veio de onde? Onde nasceu? Como foi essa ideia?

Bom, temos várias versões: Uns, contam que as casas eram poucas, começava da rua do cassete até a Igreja São Sebastião, era vinte casas no máximo e a rua ainda não era calçada. E o resto era tudo plantio de cana! Já em outra versão conta que: As casas eram até próximo ao comerciante Véi Alvo, e para baixo começou a surgir mais casas uma longe da outra e Montevideo começou a "esticar"! Mas, e o nome (BORRACHA), fala logo danado, "blz."

Nesta outra versão um cearense veio morar aqui nos anos de 1920 na antiga moradia de Antônio de Souza, sua profissão era trabalhar com borracha feita do leite da (SERINGUEIRA). Ele colhia o leite e levava para o Recife para fazer borracha. Ao chegar aqui ele plantou seis pés de seringueira. Poucos conheciam a famosa planta e com isso se popularizou. Para quem não conheci a seringueira, é a planta que se faz todo tipo de borracha.

E quem perguntava ele dizia: “que era um pé de Seringueira que se faz borracha." E os seis pés de borracha chamava atenção dos curiosos e se tornou muito popular. O pessoal vinha de fora para visitar. Dizendo "vamos para a chã da borracha"! E com isso o vilarejo foi crescendo e esticando feito o pé de Seringueira, os comentários eram: "Rapaz esse lugar está esticando igual ao pé de borracha do cearense!" E daí como as pessoas tem o costume de botar apelido em tudo. Montevideo não passou em branco, foi acentuado por (Borracha)! Que antes era (Montevideo).

ATENÇÃO: ESSE TEXTO ESTA PROTEGIDO POR LEI, ao copia-lo informe fonte e crédito. Obg.

Por: André Vinhetas
Foto: Blog do Don Digital


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quarta-feira, 6 de junho de 2018

Centro de Educação Infantil em Borracha ensina alunos a cuidar do meio ambiente



O Centro de Educação Infantil Carlos Pessoa Guerra no povoado Borracha, das salas (pré I B, pré II B e CRECHE C) das Tias: Vitória, Tia Fransuele e Tia São, levaram as crianças na tarde da última terça-feira (05), para uma aula diversificada na praça do povoado mostrando a importância do meio ambiente.

Os alunos tiveram o momento de contação de história. Foi ensinado sobre as arvores, quando ela é cortada e não replantada o planeta pode ficar com extinção de arvores. Ainda continuaram falando da importância da sombra da árvore e o perigo que o lixo pode trazer para o meio ambiente. E para descontrair, finalizaram com músicas que falava do mesmo assunto.

Os objetivos foram:

* Apresentar a natureza com suas belezas, curiosidades e fragilidades. Mostrar lados negativos e positivos da ação do homem e valorizar a preservação
Incentivar o cultivo de plantas ornamentais a fim de construir um ambiente agradável, limpo para o bom convívio na nossa escola;

* Demonstrar a importância dos vegetais para a preservação do solo e da vida no planeta, através de atividades práticas pré elaboradas, envolvendo conhecimentos na área de ciências;

* Conscientizar e alertar acerca das ações nocivas do homem contrárias a preservação do meio ambiente e que por consequência que afetam significantemente nossa qualidade de
vida.











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quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Borracha corre o risco de ficar sem água neste verão se não haver colaboração



POVOADO BORRACHA – A constante falta d’água tem causado transtornos em algumas ruas do povoado Borracha, município de Vicência. O problema, que se arrasta ao longo dos últimos meses, tem sido motivo de reclamação da comunidade.

A ASSECO, (Associação de Serviços Comunitário de Borracha), é quem se responsabiliza pela água e tem feito o que pode para resolver essa situação, por mas que a diretoria tenta explicar, são mal entendidos.

O presidente Joselito Cabral, nos mostrou a represa nesta quarta-feira (15), e estava quase vazia. Devido a proprietários de bananas que usam da mesma água e fecham suas barragens para fazer irrigação.

O outro problema é a maioria da população que não colabora. Nas ruas que chega água, moradores usam e abusam, lavando mutirão de carros e motos. Ainda tem casas que amanhece com as torneiras ligadas esborrando água a noite inteira. Enquanto outros moradores ficam meses sem receber uma pinga de agua.

“Assim não tem como regar água! Se todos colaborassem fechando suas torneiras quando enchesse o tanque e deixassem de lavar os carros no verão e levasse para o dique, eu acredito que melhorava muito. Minha gente se quiserem tirar dúvidas, conviessem comigo que explico. Não está sendo fácil para mim. ”
Explicou o presidente da ASSECO Joselito Cabral.



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quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Metrô do Recife ganha pintura em vagão para celebrar tratado que protege camada de ozônio


Celebrando os 30 anos de implementação do Protocolo de Montreal, que visa proteger a camada de ozônio, uma ação vem chamando a atenção no Metrô do Recife. Com um dos vagões de trem adesivados, o veículo número 32 leva aos passageiros informações sobre as ações realizadas para eliminar as substâncias poluidoras. Ao todo, cerca de 400 mil pessoas circulam pelas linhas Sul e Centro do sistema ferroviário do Recife.

Além do Recife, também foi adesivado um trem em cada sistema de metrô em oito cidades de quatro regiões do país: Porto Alegre (RS), São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Salvador (BA), Maceió (AL), João Pessoa (PB) e Natal (RN). A Campanha visa atingir um público de cerca de 4,2 milhões de pessoas por dia.

A iniciativa faz parte de uma campanha comemorativa, que também contempla a instalação de painéis com a linha do tempo das principais ações do Protocolo de Montreal no Brasil nas estações Recife e Barro.

Em três décadas de implementação, os países participantes do protocolo eliminaram totalmente o consumo e produção dos clorofluorcarbonos (CFCs), halons, brometo de metila para fins agrícolas, CTC e, atualmente, estão em fase de eliminação dos hidroclorofluorcarnobos (HCFCs), substâncias conhecidas por destruir a camada de ozônio.

Fonte: https://g1.globo.com/pernambuco/
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